00:00
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00:33
Transmitindo desde a Ciudad de México. Uros Radio. Uros Radio.
00:43
Uma estação para compartilhar.
01:05
Olá, como estão amigos de Urus Radio? Aqui estamos um lunes mais transmitindo seu programa de verdadeira história de México. Os saludo, eu sou Doris. Aqui está também com nós o professor Francisco Mendoza, que vocês já conhecem e quem não conhece, o professor é experto em história de México, é maestro em história, professor também é psicólogo, Bom, já vocês o conhecem.
01:37
E, bom, o dia de hoje nos vai continuar falando sobre esta grande história de México. Professor, como está? Boas noites.
01:45
Licenciada, boas noites. Amigos, amigos de Urus Radio, muito boas noites. Pois já se nos foi junio.
01:53
Se nos foi junio, não, julio. Julio. Se nos foi julio já. Este, vai bem avançado o ano.
02:00
Rapidíssimo que se vai avançando.
02:02
Rapidíssimo que se vai. E, bom, padecendo calores. E hoje vamos falar um pouco disso, de os calores. E com o gosto de estar aqui platicando de catástrofes naturais na história de México, licenciada.
02:16
Sim, hoje seria o episódio número 3, verdade?
02:20
Sim, assim é, o número 3.
02:23
Ok, se pode cerrar o microfone, Gabo.
02:30
Por favor.
02:33
E agora sim, vamos seguir. Vamos ver. Aqui estamos.
02:43
Sim. Muito obrigado, amigos. Obrigado a todos vocês por estar conosco lunes tras lunes aqui em estas plataformas e também no Recalentado em Spotify. Muito obrigado.
02:57
E então, não sei o que pensa, professor. Sim, começamos.
03:03
Começamos. Sim, adelante. Começamos e...
03:08
Não se preocupe, professor. É que também o professor, com este calor, tem seu aire acondicionado. E também lhe pega forte, professor.
03:18
Sim, é que está muito forte o calor. Mas, amigos, quero agradecer todos os mensagens que nos enviam.
03:28
Todos, todos os leemos e quando terminamos a transmissão, leemos igual. Há muitas perguntas que, como estamos fazendo em vivo, não nos daria tempo de...
03:38
de contestar suas dúvidas.
03:41
Há muitos comentários muito bonitos, muito bonitos, e nos enviam de Durango, Puebla, Querétaro, Yucatã, de todas as partes do país e do estrangeiro. Então, graças amigos, lhes asseguramos que sim, os leemos seus mensagens.
04:02
Nos escribieron de Argentina também.
04:05
Sim, nos escribieron de Argentina.
04:09
E, bom, há muitos comentários, muitos comentários ao respeito.
04:15
Sentimos que está gostando esta série. Hoje vamos falar do século XVII, amigos. Nós temos dado como antecedente, desde o primeiro capítulo, o que é nosso território, o território de nosso atual México, e que sim, é uma terra de veras maravilhosa, nossa terra é maravilhosa, mas também é uma terra exposta às catástrofes naturais.
04:46
Mas essas catástrofes naturais têm influenciado na história de México e lhe têm dado rotas distintas à história.
04:56
O que é isso?
04:57
É uma alarma.
04:58
Mas não é sísmica. Ah, bom.
05:02
Então, amigos, platicamos na semana passada do ano de 1629 na Ciudad de México e de como erros em tomas decisões provocaram que a única saída que tinha o água depois desse dilúvio de San Mateo provocaram que não pudesse sair o água e a cidade dura inundada cinco anos.
05:30
É histórico isto por completo.
05:33
A cidade viviu totalmente inundada.
05:37
Comentávamos esta anécdota de essa pequena cabeça de leão que se encontra em Madero e Motolinia que marca a altura que teve a inundação.
05:48
E praticávamos esta lenda. Ou seja, há uma parte que é histórica e outra parte que é lenda.
05:54
Então se misturam as duas histórias.
05:59
A parte histórica nos diz que, efetivamente, o Cabildo da Ciudad de México pede permissão a España para poder mudar a Ciudad de México. Isto é abandonar o que se tinha e construir uma nova cidade no suroeste do que atualmente é a cidade, que seria por o rumo de Tacubaya.
06:23
E, bom, e a España diz, não.
06:25
Não, porque saiu caríssimo. Mas, se fizeram processões, se fizeram missas, em um ambiente tão religioso como o que se vivia então. E isso é histórico.
06:42
A única ordem religiosa que, naquele momento, tinha autorização para realizar um exorcismo era a Ordem Dominica.
06:53
que, de fato, em eles recae a Santa Inquisição. Aunque o primeiro inquisidor aqui em México foi Frei Juan de Sumárraga, franciscano, mas já chegam os dominicos e eles se encargan de essa luta contra a herejia, contra a apostasia, contra as questões demoníacas, etc.
07:15
E vêm diretamente de España exorcistas. Isto é histórico. exorcistas a realizar um ritual para poder salvar a Ciudad de México. A história nos diz que se realiza o exorcismo na Catedral.
07:38
Alguém nos mencionava, não se podia porque estava inundado, se habían construído um dique ao redor da Catedral para...
07:45
Se começou a inundar, mas depois sacaram o água e ele vi que contenia as águas. Então, essa parte da catedral, o atrio, etc., estava seco.
07:55
E, efetivamente, eles dizem que se havia um ente maligno ali na catedral escondido e que era quem havia provocado a inundação e que havia sido um demonio... invocado por antigos sacerdotes que ainda seguiam no culto pagano ao dios Tlaloc. Tlaloc, logo dizemos, é a entidade que representava a lluvia.
08:26
Não, a todo o água. Ou seja, ríos, lluvia, arroyos, cascadas, tudo o que tinha que ver com o água, a relação era a Tlaloc. Bom, onde entra, ou seja, até aí temos esses dados, mas onde entra a lei?
08:44
onde não se pode comprovar, mas que são dichos, digamos, comuns ou populares.
08:52
Pode ser que, efetivamente, se havia encontrado uma espécie de sarcófago, uma espécie de caja grande, misteriosamente estava ali nas catacumbas, que vocês podem visitar, as catacumbas da Catedral, e que um afinador, e foi afinar o órgão da catedral, de pronto viu um hueco a um costado de esta caja e se havia somado e viu que algo se movia, pensou que era um roedor, depois agarrou um papel, o enrolou, o meteu e sentiu como o jalaram, Llega um sacerdote, lhe fala um sacerdote e veem que aí há algo estranho.
09:44
Supostamente cometen o erro de abrir esta caja e isso é o que... Ou seja, a caja a levou alguém, a deixaram aí e a curiosidade fez que abriram esta caja, sai esse demonio... É o que provoca toda esta inundação na Ciudad de México. E, posteriormente, se faz o exorcismo para atrapar a esse demonio e volverlo a meter na caixa hermética. Alguns dizem que era uma espécie de sarcófago de pedra.
10:14
Há duas versões. Uma de elas diz que segue enterrada essa caixa com esse demonio debaixo da tumba de Frei Juan de Sumárraga, que vocês podem ver.
10:26
Antes o horário era aberto, agora há um horário para visita às catacumbas da Catedral. Entram vocês por a porta principal, avançam por seu lado esquerdo e de pronto vão encontrar criptas e a señal de baixar. E vocês podem baixar dentro do horário e há visitas guiadas. E na sala principal das catacumbas está a la tumba de Frei Juan de Sumarraga e se entende que debaixo da tumba está este sarcófago com este demonio. Há outra versão que diz que está a os pés de Frei Juan de Sumarraga e durante muito tempo houve uma caja, uma caja de pedra, com alguns emblemas, mas depois como que se deu a conhecer mais esta notícia e eu acho que para evitar turismo ou algo assim retiraram esta caja.
11:16
Mas, bom, podem estar no lugar.
11:20
A questão é que a raiz disso se dá prisa, já que começa a baixar a inundação e se fala de que houve um terremoto, não grande, mas um terremoto que abriu partes da terra e por aí começou a filtrarse o água. E baixou, baixou a inundação. E, aparte, o Tajo de Nochistongo, que já contamos onde podem ver vocês. E que, se vocês o veem, dizem que é uma barranca enorme.
11:53
Sim, foi feita por seres humanos em aqueles anos para poder desaguar a Ciudad de México.
12:01
Mas, amigos, a Ciudad de México se segue inundando.
12:05
os rios que baixam de todo o que é a parte onde está o Popo, o Ixta, da Sierra do Ajusco, da parte de Miscuac, a cidade de México está cheia de rios e segue baixando o água. Então, o que foi o que se fez entubar esses rios? Por isso temos rio de la Piedade, rio Chorubusco, rio Consulado, todos esses rios existem, existem, estão entubados, mas existem os rios. Então a Ciudad de México se assenta em um lago, portanto o subsuelo é blando.
12:44
E às vezes isto nos ajudou e às vezes nos perjudicou. Nos perjudica porque se hunden os edificos. E nos ajuda porque, no caso de terremotos, isto detém um tanto a onda expansiva do terremoto e faz que a Ciudad de México só se bambolê, a diferença de outros terremotos que são trepidatórios e o golpe de terra é muito forte. Então nos ajuda e nos perjudica a quem vivemos na Ciudad de México. Mas, esse foi o dilúvio de São Mateo.
13:18
Amigos, o século XVII estava marcado por muitas catástrofes.
13:27
Há uma que vale a pena mencionar, bom, várias, mas que vale a pena mencionar. Aqui temos dito no radio que México não tem padecido hambrunas. Sim, até que apareça um dado, houve uma hambruna, pois sim, houve uma hambruna em Nayarit, mas não porque não há comida, porque México é rico em alimentos, simplesmente nessa zona houve uma sequia e de pronto não há alimentos e é questão de trasladá-los de um lugar a outro.
13:57
Que há sequia em Tamaulipas, bom, mas alimentos sim há, pois há que subir os de Veracruz ou de San Luis Potosí, há alimentos. Não somos como outros países que, desgraciadamente, todo o seu território é muito estéril. No caso de México, não. Se nos podem dar sequias em uma zona, mas outra vem a reforçar.
14:19
Mas, no sé como explicar, licenciado, por onde começar. A ver, eu...
14:27
A ver, me vou ir a España. Amigos, eh...
14:35
Isabel e Fernando, os católicos, os reis católicos, se casam, unificam a España.
14:42
Eles realmente eram primos. Isabel e Fernando eram primos.
14:48
E com eles surge a dinastia dos Habsburgo, dos austríacos. Com eles surge essa dinastia governando a España.
14:57
Então, para conservar a dinastia, isso não é um segredo, para conservar a dinastia, se casavam entre primos, entre sobrinho e tio, etc. E havia laços consanguíneos muito fortes.
15:13
E nós sabemos agora que esse tipo de consanguinidade...
15:20
provoca alterações nos bebês, ou seja, começa a haver problemas por a incompatibilidade sanguínea. Os primeiros foram Isabel e Fernando, eles eram primos. Mas imagínense irse casando entre familiares, de tal forma que a finales do século XVII quem governa a España é Carlos II.
15:46
Busquem vocês por pura curiosidade, em internet, Carlos II de España, e vejam uma imagem de Carlos II.
15:55
Uno diz, ah, é que era o estilo de pintar. Não, não, não era o estilo de pintar. Assim estava de deforme o tipo. E isso que os pintores buscaban melhorar a aparência. Vejam vocês a imagem de Carlos II, com o maxilar completamente alargado, a nariz completamente ganchuda, seu rosto pálido e estirado. Não era o estilo de pintura, era o estilo de os nobres que, por estarse casando entre familiares, iban degradando-se. E Carlos II, amigos, sofría de epilepsia, sofría de esquizofrenia, sofría de estéril.
16:37
Bom, todo o catálogo de enfermedades as tinha Carlos II. E eu digo, esquizofrenia, problemas mentais, e ele é o que governa. De fato, ele é o último... de Asburgo, e já a partir de aí começam os Borbones. É o último que governa. Muere muito jovem, sumamente jovem, 39 anos.
17:03
Mas, porque vão heredando isto, por como se vai perdendo a genética por casarse entre familiares. Bom, as decisões de Carlos II.
17:16
Carlos II trae um pleito fortíssimo com Isabel, Isabel I de Inglaterra, a grande Isabel de Inglaterra, e sabemos que era um problema de duas potências, Espanha e Inglaterra.
17:34
E de pronto surge...
17:37
Llega ao poder Carlos II e decide invadir Inglaterra.
17:43
Todo mundo querido invadir Inglaterra, e o tentou Napoleão, e o tentou Hitler, e todos o querido fazer, mas não podido com Inglaterra. A verdade é que não podido com eles.
17:53
Então, Carlos II arma uma flota enorme, enorme, para poder invadir a isla de Inglaterra. Parte de seu ejército está em Flandes, o que agora é Bélgica.
18:07
Sai esta flota, mais de 200 barcos armados, até os dientes, os barcos. Decenas de milhares de homens que vão em os barcos e vão recolher a outro ejército que, lhes digo, está em Flandes. E a gente lhe dizia a grande armada, mas a gente lhe bautiza como a Armada Invencible.
18:28
E de pronto se lançam ao mar. para chegar por o sul, e outra parte vai rodear para invadir por Escocia, e de pronto quando estão chegando a Inglaterra, Isabel sabe que a vão invadir, manda forças a cubrir as playas, onde esperam o desembarco dos espanhóis, quando de pronto aparece um huracão, e se acabou a Armada Invencible. Se acabou.
18:56
que não era tão invencível, que um huracão os faz pedazos, pedazos, e se acaba o poderio de Espanha. Um huracão determina o fim do poderio de Espanha e surge como único poder Inglaterra.
19:14
Amigos, por que comento isto? Porque os huracanes foram parte da nossa história. Um huracão, um ciclão e um tifão são os mesmos. Só eles mudam o nome por regiões.
19:32
Então, os huracanes os temos nas costas do Atlântico.
19:38
A nós o que nos pega são huracanes, mas não porque seja distinto a um ciclão.
19:44
Os ciclones se dan na parte do Pacífico, os tifones se dan na parte do Asia, por isso dizem que pegou um tifone em Japão, pegou um tifone em Camboya. Bom, são ciclones, é exatamente o mesmo, só que por regiões os nombram distinto.
20:05
Então, os ciclones eram impredecibles. Ahorita se nos avisa. O Instituto Meteorológico Nacional nos diz que está formando um ciclone em tal lugar e tem tal ruta. Às vezes divagam esses ciclones, mas mais ou menos já temos o dia porque se lhe segue via satélite. Naqueles anos, não, amigos. Naqueles anos, não.
20:26
Então, de pronto, chegavam os ciclones e arrasavam. O que acontece, amigos? Nós temos miles de quilômetros de costas.
20:36
Então, houve muitos naufragos devido a estes ciclones que não avisavam. De pronto, já o tínhamos em cima. Em questão de horas já estava o ciclone sobre a costa.
20:51
Os barcos eram de madeira, amigos. Então, os barcos atracavam. Alguns se quedavam um pouco longe esperando. Não eram grandes muelles. Esperando uma oportunidade para que abriam um espaço em um muelle para desembarcar. Então, se quedavam a 200, 300, 500 metros da costa.
21:11
E, de repente, chegava um huracão e os hundia.
21:14
Os hundia. Por isso, há tantos hundimentos de barcos da época virreinal em nossas costas.
21:24
Isso provocou, amigos, afortunadamente... que por os anos 70, 60, 70, 80, se fundara em México e na Escola Nacional de Antropologia e História a especialidade de arqueologia subacuática, que a mí me parece apasionante, verdadeiramente apasionante a arqueologia subacuática. É a mesma arqueologia terrestre, é a mesma que se practica pero no mar.
21:57
Obviamente, o arqueólogo tem que saber bucear, o arqueólogo utiliza outro tipo de ferramentas que não se humedem, para tomar notas, mas é o mesmo tipo de arqueologia.
22:10
México não tinha arqueologia subacuática. Em Europa se tinha e encontravam barcos fenícios e barcos romanos e barcos egípcios. Em México não tínhamos. E é reciente, 50 anos apenas que temos arqueologia subacuática em México. E se han feito descobrimentos formidáveis, de veras formidáveis. Não só da parte prehispânica, porque não somente nas costas, mas em todo o que é a península de Yucatã, cheia de cenotes, Que em seu momento foram cuevas.
22:42
Háganse de conta que se chamava la cueva. Acuérdense que aí caiu um grande meteoro. Hace muitos anos. E o suelo da península de Yucatã é calcário, vamos.
22:57
Então, de repente há cuevas e de repente subia o mar e inundava a cueva. Mas essa cueva havia sido habitada, havia pessoas que aí viviam e de repente se les inundou e agora está abaixo do nível das águas. Então, muitos dos nossos arqueólogos subacuáticos trabalham em os cenotes e encontram coisas maravilhosas em os cenotes.
23:22
Ou seja, que essas tragedias ou essas catástrofes de subir os níveis do água, de que se inundam as cuevas, realmente han sellado a história. A conservaram nossa história.
23:36
Veracruz, por exemplo. Veracruz está cheia de hundimentos, amigos. E isso é dito diretamente por o gran Matos Moctezuma, que ele tem demonstrado e o repetiu até o cansancio do Dr. Matos, essa ideia de que é que Cortés queimou suas naves para evitar que regresaran, que escaparam ou que não enfrentaran a conquista. E dizem, eu como Cortés vou queimar minhas naves.
24:09
É totalmente falso. Falso, falso. Não se encontrou um só vestígio, porque sabemos a zona onde desembarcou Cortés e não se encontrou um só vestígio de um barco queimado. Ou seja, isso é parte do mito de Hernán Cortés. Não queimou as naves. O que ele fez foi enviar uma nave com Antón de Alaminos a Cuba e depois a Carlos V, onde levava o famoso Quinto Real e levava regalos de Moctezuma a Carlos V, mas foram atacados por piratas e grande parte dos regalos acabaram na França.
24:49
Por isso temos códices e o penacho de Moctezuma que acabou na Áustria, etc. Mas amigos, É falso por completo, os arqueólogos subacuáticos já o demonstraram, não queimou as naves Cortés. Completamente falso.
25:08
E se encontrou muitos naufragios. Por quê? Porque aí estavam os galeões.
25:14
São de madeira, não são tão resistentes e de repente chegava um huracão, os golpeava um contra o outro e se hundia. e de repente nossos arqueólogos encontram arqueólogos, caixões, anclas, monedas, e houve grandes naufragos. Por exemplo, o da Grande Flota das Indias de 1675. Recuerda que a Florida era parte do território da Nova Espanha, e então se reúne aí uma grande flota, e de repente chega um huracão e os faz pedazos.
25:47
E de mais de 25 barcos, só sobrevive um. E todos os demais se hundem. E então, o dia de hoje, 2026, amigos, há muitas expedições em os callos de Florida para buscar tesouros perdidos. Já não vão encontrar o cofre do tesouro, obviamente, mas encontram monedas de oro, monedas de plata...
26:13
de toda a riqueza que ia para lá. Recuerden que já tínhamos casa de moneda aqui. Al princípio, o primeiro ouro e plata que se levaron, ia em lingote. Mas depois já ia em monedas. Porque se abre a casa de moneda de México. Extraordinaria casa de moneda de México. E então enviaban as monedas de plata. Recuerden que a plata da Nueva España e a plata do Potosí, aí em Sudamérica, inundaram o mundo. Inundaram o mundo. As riquezas eram enormes. Eu lhes vou pedir de favor, assim como eu sei que vários de vocês vão ver a imagem de Carlos II e lhes digo, ainda está melhorado, veanlo, está melhorado, estava deforme o tipo, deforme por completo.
26:59
Busquem vocês a custodia da Catedral de Toledo, busquem a vocês, custodia da Catedral de Toledo.
27:08
Amigos, é impressionante a custódia da Catedral de Toledo, de ouro e plata, mais de metro e meio de altura, quase 200 kg de peso, que teria agora um valor econômico, não está em venda e não é mercado para um objeto assim, está bellíssima, a verdade é que está muito bonita, a custódia. mas tendria um custo aproximado de 500 milhões de dólares. Isso valdria agora, por o material por que está feito.
27:41
Bom, esse ouro e essa plata foi o primeiro que entregou Cristóbal Colón a Isabel e a Fernando. Quando o regresso de seu primeiro viaje, isso é o que lhes entrega Colón. E então, o dona... Isabel se o leva no orfebre e construiu a custodia da Catedral de Toledo.
28:11
Obviamente que há pessoas que dizem que não é certo, não há provas. Sim, sim as há, sim as há.
28:21
Mas porque valoramos isto. Colón não venia por Oro e Plata. Colón venia por as especias.
28:28
Sim, mas ele se leva Oro e Plata.
28:32
E não chegou à parte continental, chegou às islas do Caribe e vejam o que se levou, vejam o que se levou.
28:41
Porque por aí anda uma pessoa dizendo que não, qual oro se levou de aqui, que não havia tal oro que se levou a España, que todo esse oro se quedou em nossas catedrales, em nossas iglesias.
28:55
E quando eu o escutei por primeira vez, disse que bárbaro, que bárbaro, pobrecitos de os piratas, 250 anos de piratas no Atlântico, cazando barcos españoles que não levavam nada, ou seja, não levavam nada, porque todo o oro e o plata estava aqui. Então, 250 anos de piratas engaçados, ou seja, piratas tontos, cazando barcos que não levavam nada. Então, se somente de um viaje, vejam o que levou Colón à reina Isabel.
29:29
Vejam vocês a imagem, e aí se vão convencer vocês. Imagínense as riquezas que saíram. Por isso, os grandes naufragios... como o de esta flota española, em 1675, as seguem buscando. Por quê? Porque se despedazavam os cofres e as monedas, as corrientes, as movem e seguem até o dia de hoje encontrando doblões, encontrando monedas de 8 reales, Se segue buscando e nas costas de Veracruz há muitos fundimentos.
30:06
Recuerden que se reuniam as flotas, veniam do sur, o ouro do Perú, o ouro de Costa Rica, por isso se chamava Costa Rica, o ouro de Costa Rica, a mina do Potosí, etc. Tudo se juntava em Cartagena. E de cá, do norte, do todo o Virreinato, a Ruta da Plata, desde Nova México, e baixava toda a riqueza das minas, cruzava a Ciudad de México e chegavam a Veracruz.
30:36
E depois saíram todas para o Castillo del Morro, em Cuba.
30:41
Aí se juntavam e de aí saíram todos juntos para poder evitar os piratas. Bom, muitos barcos cargados, cargados de riquezas, E assim é como se encontraram as joias do pescador. Que sai o barco, sai o galeão, o um de um huracão e se queda nas costas de Veracruz, até que um pescador começa a encontrar peças de oro, que depois se sabe que foi um saqueo das tumbas de Monte Albão.
31:12
e que estão em um museu ali em Veracruz que ninguém visita. E isso eu digo literal porque em alguma ocasião informamos quantos visitantes têm os museus e era setembro e o museu onde estão as joias do pescador ali em Veracruz não tinha uma só visita em nove meses. Uma só visita em nove meses.
31:32
Então, e tudo isso é arqueologia subacuática. Então, vejam a riqueza arqueológica. Hemos dito, nossa história está enterrada, pois também está sumergida. Também está sumergida. Então, chegavam os huracanes e golpeavam com tudo.
31:49
Amigos, são dados curiosos. Por exemplo, se faz uma lista de 25 nomes, porque os marinos tinham essas superstições e diziam que uma mulher era de mala sorte em um barco. E, de fato, quando tinham que transportar mulheres, as mulheres tinham que ir em seu camarote e não podiam sair à cubierta.
32:11
Entendemos um pouco por que. Porque podiam ser atacadas por os mesmos marineros, então elas conservavam abaixo em seus camarotes.
32:21
E diziam que era de mala sorte uma mulher, então a um huracão lhe colocaram nomes de mulher.
32:27
Até há alguns anos...
32:29
que decidem os meteorólogos a nível mundial, dizem por que tem que ser nome de mulher. Então, se faz uma lista todos os anos, se faz uma lista de 25 nomes e vai em ordem alfabético e vai o nome de uma mulher, de um homem, de uma mulher, de um homem, de uma mulher, de um homem.
32:50
Então, pode ter nome de mulher, pode ter nome de homem e vão em ordem alfabético.
32:58
Já se agotou essa lista, se faz uma nova lista. E assim é como se vão bautizando os huracanes. Então temos o huracão Catrina, por exemplo. Ah, mas os huracanes mais destructivos se borram.
33:14
Ou seja, o nome não se volta a utilizar. O nome de Catrina não se vai voltar a utilizar jamais. O huracão Gilberto. Não vamos voltar a ter outro huracão Gilberto. Não vai existir. Por quê? Porque os huracanes mais daíneos, em memória dos mortos, não se lhe volta a pôr esse nome a outro huracão, em memória dos mortos.
33:37
Então, é como se lhe põe nome a huracanes e ciclores.
33:43
Então, amigos, mas isso é recente.
33:47
Em aqueles anos simplesmente chegavam essas tormentas, terríveis tormentas, Azotavam as costas, hundavam os barcos, mas também inundavam regiões inteiras, regiões onde se echavam a perder as cosechas por inundação. Então, se podia echar a perder uma cosecha por sequia ou também por inundações. Porque sabemos que as inundações como a do 29 não são qualquer coisa em México.
34:18
São inundações em série. Díganme se não, amigos de Monterrey, as inundações que vocês têm vivido com o Rio Santa Catarina, as inundações em Guadalajara, as inundações em Tabasco, as inundações em Chiapas, amigos, vocês sabem completamente. As inundações são tremendas. Afortunadamente, temos água. E temos muita água, afortunadamente. Mas depois não estamos preparados para tal quantidade de água. E cometemos erros. Os humanos cometemos muitos erros.
34:49
Bom, me regreso. 1692.
34:51
Resulta, amigos, que temos sequias no Virreinato.
35:03
E, aparte, se haviam aumentado os imposto que havia que pagar ao rei, a Carlos II. Por isso o mencionou. Por quê? Porque o rei, como estava obsesionado com pelearse com Inglaterra, aumentou terrívelmente os impostos aos seus virreinatos para poder armar esta grande, grande flota e poder invadir a os ingleses porque traía pleito personal com Isabel I.
35:35
Mas vimos quem era Carlos II, ou seja, um tipo mal, mal de suas facultades mentais, mal físicamente.
35:44
Bom, pois ele não lhe interessava. Sim, subam os impostos e que me mandem mais dinheiro para poder armar toda esta flota. Os virreinatos, e mais a joia da corona española, que era o virreinato da Nova Espanha, eram os que patrocinavam as guerras de Espanha.
36:01
Por isso os ingleses buscaram apoiar a independência dos virreinatos espanhóis aqui na América, porque Espanha se enriquecia dos virreinatos. Então, por isso os ingleses apoiam as lutas de independência.
36:23
Sobretudo, por exemplo, em Colômbia, a Bolívar o apoiam, totalmente os ingleses.
36:33
E isto era também como uma... Como podemos dizer? Havia esta rivalidade, porque a España também haverá de apoiar anos depois... em vengança de que os ingleses apoiamam, eles também vão apoiar a independência norte-americana para que as colonias norte-americanas não levaram riqueza à Inglaterra.
37:01
Então, apoiam, tanto França como España, apoiam aos insurgentes norte-americanos.
37:11
Para que vean o que é a geopolítica, amigos, como se mueven muitas coisas. Quem saiu olvidado de aqui? O povo.
37:19
O povo. Allá eles estão movendo as peças de ajedrez e o povo saiu olvidado. E no ano de 1692, amigos, não há alimentos. Se echan a perder por inundações e por sequias as cosechas de trigo e de maiz. E a gente começa a ter hambre.
37:43
Então, de as regiones centro, de aqui do Valle Central, começa a chegar gente, e a chegar gente e a pedir alimentos. Mas resulta que os ricos, os españoles, os diretamente nascidos em Espanha, eles haviam acaparado muita quantidade de granos. Isto não é novo, amigos. Isto é antiquíssimo.
38:15
Os sumerios, os acadios, os babilonios, os egipcios, os romanos, todos construíam silos para guardar seus granos.
38:23
Então, aqui também se guardavam os granos. Por exemplo, temos a alôndiga de granaditas. Era para guardar granos.
38:33
Então, amigos, a gente começa a desesperar porque não há alimento.
38:38
E em junho de 1692, essas sequias e essas inundações fazem que a gente comece a morrer de hambre, a morrer de hambre.
38:52
As autoridades virreinales só estavam sacando dinheiro e dinheiro e dinheiro e começaram a subir os preços dos granos. A gente não tinha para pagar. Já os exprimiram por completo porque havia que mandar dinheiro a Carlos II para suas guerras. Já eles haviam feito pedazos da Armada Invencible. Então tinham que fazer uma nova armada. Para que? Para defender-se agora do poderio inglês. A gente se desespera e em junho de 1692 está John Motín sem precedentes na Ciudad de México.
39:26
Dizem nas crónicas que foi uma mulher, que foi a primeira que gritou em frente do que agora é o Palácio Nacional, era Palácio Virreinal. Estava um mercado que depois seria o Parián, mas naquele tempo se chamava o Baratillo.
39:43
Então, estavam no Baratillo buscando alimento, ali vendiam alimento, mas todos os haviam levado, os haviam escondido. E dizem que foi uma mulher, assim como na fábrica de Rio Blanco, que tem até seu monumento, agora se me lembrou o nome dela, que foi a primeira que gritou.
40:02
Dizem que, igual esta mulher, disse, mueram os gachupines.
40:07
E a gente se desbordou.
40:09
E começaram a saquear os postos, começaram a buscar alimentos. Se fala de entre 10 mil e 15 mil pessoas, que para esse tempo era muito, e começaram a atacar as casas dos ricos.
40:26
Então o que fazem para tentar aminorar o impacto é sacar os alimentos que havia em os conventos.
40:37
Então havia muitos conventos e eles começam a sacar e a dar à gente, imagínense o caos, a dar à gente alimento para que se calmaram. Entre eles, por exemplo, o convento de San Jerônimo, isso lhe toca a Sor Juana, ela o viviu. A gente está enardecida, ou seja, é um levantamento popular, a gente está enardecida e se van contra o Palacio Virreinal.
41:06
e começam a saquear e começam a incendiar o arquivo, que é onde nós temos falado que don Carlos de Sigüenza e Góngora rompe uma ventana, chama a seus serventes e saca grande parte do arquivo, que atualmente está no Arquivo General da Nación, o salva don Carlos de Sigüenza e Góngora, porque estavam incendiando o Palacio Virreinal.
41:31
Amigos, isso mudou completamente a fisonomia do Virreinato, porque de repente vieron que esse povo dócil, esse povo sumiço, esse povo que sacava a custodia da igreja e todo mundo se arrodilhava, que tocava a campanha onde ia passar o sacerdote e todo mundo se arrodilhava, já não lhes importou, tinham hambre, tinham hambre. Então não lhes importou. E somente, se vocês vão ao Castillo de Chapultepec, ao Museu Nacional de História, tem um retrato, não me lembro o nome do autor, onde se vê a plaza central, ou seja, a plaza maior.
42:11
Sempre que vocês veem uma imagem da plaza maior, sempre a ponen com muita gente, e sempre vai aparecer um carruagem que tem...
42:18
Seis ou oito caballos. Esse carro é o do Virrey. Assim. Sempre o Virrey leva seis ou oito caballos. Nadie podia levar tantos caballos como o Virrey. Podia levar dois ou quatro. Mas seis ou oito, somente o Virrey. E me lembro de ver o quadro. Aí está no Museu Nacional de História.
42:36
E vemos o Palácio Virreinal e vemos toda uma ala incendiada. Mas apenas se vê negro, ou seja, se vê em ruínas e incendiada. É, digamos, a única prova gráfica que temos. Temos muitas crônicas, mas a única prova gráfica de uma pintura onde aparece o Palácio Virreinal incendiado. E tudo foi a raiz... de as sequias e a raiz das inundações que se dão nesse ano, 1692, o aumento dos impostos, os caprichos deste tipejo de Carlos II, e isso é o que provoca.
43:15
Então, lhes digo, sim houve hambrunas, mas como os solucionaram? para que vean a capacidade, ou seja, a ver, tínen hambre, se, aguantense, pois não, já que vieron que até eles haviam incendiado o Palacio Virreinal, que teve que sair fugindo o Virrei, se teve que esconder no convento de San Francisco o Grande, porque andavam buscando para lincharlo, dá a ordem, assim de fácil, traigan comida de Veracruz, Da a ordem e começa a chegar comida de Veracruz.
43:55
E se acabou o problema.
43:57
Ou seja, não podia haver dito ele isto antes, não o podia haver dito antes, mas como se a passavam em sua sala ou se a passavam em suas fiestas, não les importava que a gente se estivesse morrendo de hambre.
44:10
Então, começam a chegar carruagens e carruagens cheios de granos de Veracruz.
44:16
de maiz, de arroz, de frijol, etc. E o empiezam a repartir entre o povo porque a comida que repartieron nos coventos não alcançou.
44:24
E solucionaram o problema.
44:27
Mas agora vem a vengança.
44:30
E então as autoridades españolas começam a buscar dar um exemplo entre a Inquisição e captura, e por meio de torturas, captura a várias pessoas e faz um auto de fé por desobedecer ou por irse em contra do rei e faz, queima de pessoas, acho que 8 ou 10, os quemam vivos na Plaza Mayor.
45:03
E tudo isto veio, por causa de inundações e de sequias, e da mala administração e das injustiças que se viviam na nova España. Mas não só isso. Cinco anos depois, uma erupção do Popocatépetl.
45:26
Mas o Popocatépetl, amigos... Por isso se chama Popocatépetl, montaña que humea, ou humeante. Desde que chegam aqui os primeiros pobladores no Valle, o Popo está fazendo erupção.
45:41
Deixe-me dizer algo, amigo. Insisto, o disse a semana passada. Não é a ideia como lenhá-los de terror. Não, não, não. Quando eu estava estudando História, precisamente, eu tinha um companheiro, não lembro bem seu nome, ele era geólogo, geólogo da UNAM, e, aparte, estava estudando História. Então, nessa ocasião avisaram que estava na erupção do Popo, e estávamos preocupados de que houve a erupção do Popo, e caiu algo de ceniza no sul da cidade.
46:12
E de pronto nos disse, terminando uma classe, nos disse, não, não se espanten, é o melhor que pode passar à Ciudad de México, que haja erupção o Popocatépetl. Mas o que te passa? Ou seja, que haja erupção o Popocatépetl, a ceniza, mas além das populações que estão ao redor, Ameca Meca, Tochimilco, todas as populações que estão ao redor, E o outro dia, ele era geólogo, nos leva um mapa, um mapa de eles, de os geólogos, enorme o mapa, e em um receso que tivemos de classes, dizem, a ver, vengan, e nos começa a explicar, dizem, miren, este, e este, e este, e este, e nos começa a señalar, dizem, todos são volcanes.
47:00
Sabe quantos volcanes há aqui ao redor? Não apenas no Valle, mas no estado de Morelos, no estado de México, ou seja, todo o centro, toda a meseta central. Sabe quantos volcanes há? Dije, este quarto vai sair com com 7 ou 10 volcanes.
47:18
Há mais de 220 volcanes, amigos. Mais de 220 volcanes.
47:25
Todos estes volcanes são monogenéticos menos o popo. Todos, todos são monogenéticos. Isto é que só fizeram uma erupção uma vez e já. E o popo continua fazendo erupção todo o tempo. É um volcão ativo.
47:43
E nos dizia este companheiro, dizem, debaixo da cidade de México há rios de lava, se está movendo, isto é parte da terra, a terra por dentro é super caliente, e há lava, por isso há tantos movimentos sísmicos também, a terra está viva ainda, se está formando.
48:06
Dizem, e por algum lado tem que sair, Imagínense, se se criasse um domo no Popocatépetl e deixassem de sair a lava e gases, etc. Então, qualquer dos 220 vulcões monogenéticos que temos aqui ao redor, qualquer pode ser a saída da lava.
48:31
Imagínense um vulcão no centro da Ciência de México. Seria terrível, seria catastrófico um vulcão.
48:40
Dice, então o melhor que nos pode passar é que o popo siga sendo erupção. Porque quer dizer que não há pressão em os demais volcanoes porque tudo está saindo por o popo. Híjole, se nos fez...
48:54
e dijimos, não, pois que bom, que bom que ele este saiu todo o humo ao popo, está muito bem. Mas em 1797, a erupção do popo, e muitas populações ao redor foram tapadas por a lava, mas dá um efeito de que se abre a terra, se abriu a terra, se abriu a terra, se abriu a terra, E foi muito chamativo que muitas barrancas que atualmente existem se formaram nesse ano.
49:31
O povo está ativo. Sigue ativo. E agora entendemos que que é bom que está ativo. Então, o século XVII foi de epidemias.
49:44
Foi uma epidemia muito forte.
49:48
Esse se o tenho aqui anotado.
49:51
Toto Monalistli, que é viruela, mas assim se lhe diz em náhuatl. Ou seja, seguimos tendo enfermedades, sequias, inundaciones, que isso provocou motines, huracanes.
50:12
Ou seja, foi um ciclo tremendo. E com a autoridade de Carlos II governando a Espanha, um pésimo administrador, e sua gente igual, pésima, pois aqui padeceu a população tremendamente, tremendamente, e morreu muita gente. Les digo, a grande inundação da Ciudad de México. A Ciudad de México tinha aproximadamente 2 mil famílias. Quando terminou a inundação, só quedavam 400 famílias.
50:45
Ou seja, quatro quintas partes dos habitantes da Ciudad de México se foram ou morreram a raiz desta grande inundação. Ou seja, o sé que o século XVII foi tremendo em quanto a catástrofes naturales.
51:02
Então, amigos... Ai, já, 2251, é que se vai, se vai, se vai o tempo.
51:08
Então, amigos, vamos ver o que nos espera para o século XVIII.
51:16
A nova España padece muito, mas o século XVIII vai ter características muito particulares porque já vai ser o preludio da luta por a independência.
51:34
Vamos ter o terremoto mais grande da história de México. Vamos explicar o que aconteceu com o terremoto de San Sixto.
51:45
o mais grande que se registrou por os efectos. Vamos a ter igual o totomonalistli e vamos a platicar, e isto já o platicamos uma vez, como chega a vacuna da virula a nossas tierras, que é toda uma odisea a vacuna da virula, como chegou aqui.
52:09
E, bom, temos várias coisas que contar. Já não abro nenhum tema para não ficar à metade, como a semana passada que me quedou à metade. Então, já não abro nenhum tema. Então, com isso terminaríamos, licenciada, e nos vemos dentro de 8 dias.
52:28
Ok, professor, muitíssimas, muitíssimas, muitíssimas gracias. Estou aqui com o abanico, amigos. Nada mais que não o coloco a quadro porque aqui estou como os esclavos aqui. Jajajaja.
52:46
Não é certo, não é certo.
52:49
Não, não é certo, mas... É que se está... O calor está tremendo, amigos. Sim. Mas, muito obrigada, professor. Como sempre, muito interessante. Alguns amigos comentavam, por exemplo, que em alguns lugares há sequias.
53:08
E depois, com as chuvas, se fecham as presas. E, bom, as questões que se dão, está tremendo. Ou sequias, ou fortes chuvas, enfim. E que mais? Pois, muitas gracias. Obrigado, professor. Obrigado a todos vocês, amigos, por estar conosco lunes tras lunes. Por aqui tenho algumas...
53:38
Algunos saludos para vocês. Ana Maria Hernandes. A Draco, também a Martim Bustamante, que acho que ele está em algumas zonas petroleras. Saludos. Também, felicidades a dois filhos que saíram anos na semana passada. É Yasbeth e Gael.
54:08
Muitas felicidades. Ojalá se la hayan passado muito bem. E que mais, a eles nos escutam em Teapa, Tabasco. Também está por cá Julio César Pereira Cruz, que hoje cumple anos. Felicidades, felicidades Julio César. Um forte abraço para ti e que nos invite pastel, professor.
54:37
Claro, claro, claro, de chocolate.
54:40
Bueno, le gusta o chocolate ao professor.
54:43
Sim, sim, me gusta muito.
54:46
E também agradecer a David de León, que diz que nos recomenda com seus passajeros. Ele é taxista de uma aplicação, já se imaginam qual, não podemos dizer aqui.
55:07
Muito obrigada. Dizem que de cinco a seis pessoas ao dia se sumam a Uros Radio. Obrigada. Muito obrigada.
55:16
Muito obrigada.
55:18
Muito obrigada. E também obrigado a todos vocês, amigos, por estar aqui lunes tras lunes acompanhando-nos em estas plataformas e também no Recalentado, em Spotify. Saludos também a Gabo Ibarra e também agradecemos por estar nos controles aqui. Está conosco todos os lunes também a César Correa e Alejandro Arreola e outros amigos também que nos apoiam. Muitas, muitas gracias por estar com Uros Radio.
55:53
Também nos perguntam, professor, que quando vai estar em Palacio de Mineria?
56:00
Bom, não temos agora fecha para o Palácio de Minería. Ahorita o que temos mais cercano é Tlaxcala, que vamos estar a finales, não, licenciada?
56:11
Acho que é o 8, já lhe havia comentado, mas agora se me olhou.
56:15
Ah, não, que disse, setembro, não, ou seja, agora em agosto?
56:19
Não, já não me lembro, professor, deixe-me ver.
56:23
Eu acho que era setembro que vamos estar em Tlaxcala. E sim, havia outra fecha em agosto, licenciada. Mas não lembro bem. A licenciada é a que leva a agenda. E, bom, o que lhes temos dito, vocês nos convidam a dar uma plática, uma conferência.
56:43
Nós vamos com todo gosto. Nós não cobramos.
56:48
O único, obviamente, pedimos os viáticos. Transportação, hospedagem e alimentação.
56:55
E no caso da transportação, quando é lejano, pedimos que seja em voo. Não por exagerar, mas também nós trabalhamos, então temos pouco tempo. E fazer viajes por carreira é pesado quando são muitas horas. E nós, fora disso, não cobramos nada. Se gostan de convidá-nos, já nos han convidado em muitos lugares. Precisamente, agora mencionamos que Tochimilco foi o primeiro lugar onde... Nos invitaron, e me lembro que quando chegamos lá e vi que era zona, tínhamos o cono do volcão Papacatépeta ali, ou seja, aí o veíamos, e vimos todos os anuncios de ruta de evacuação e os semáforos, e tudo isso, senti como vivia a população pendente do volcão, pendente do volcão, se vê majestuoso o volcão, e aí abaixo se vê impressionante o volcão.
57:49
E sim foi o primeiro lugar que nos invitaram a Tochimilco. Então, você já tem a fecha?
57:53
Sim, é o 4 de setembro. 4 de setembro. Todavia falta saber o lugar, mas estaremos informando-les. E sim, o que comentava o professor, é muito emocionante recordar que a primeira vez que saímos, ou que saiu a Urus Radio a dar uma conferência, o professor, Foi em Tochimilco.
58:16
Saludos a todos nossos amigos e a quem nos invitaram nessa ocasião. Foram duas ocasiões, não?
58:23
Sim, nos han invitado duas vezes a Tochimilco.
58:27
Ah, pois, bom. Pois já nos vamos.
58:29
Sí, Palacio de Minería, agora não temos convidado.
58:34
Seguimos em contato com Palacio de Minería, mas se não, não temos convidado ultimamente.
58:39
E, bom, já nos vamos agora, amigos. Cuídense muito, que estem muito bem. E nos vemos no lunes às 10 da noite. Aqui, já sabem, ou se não, em todas as plataformas. Também já estamos em YouTube, amigos. Me pusieron algo na cabeça? Sim, foi o que me quedé vendo. Me pusieron algo na cabeça. Um coração. Uma florecita. Bom, é que há coisas que de repente não vemos bem aqui no TikTok.
59:13
Muito obrigado, obrigado a todos vocês. E o que dizíamos? Aqui estamos no YouTube, amigos, e ainda, bom, tínhamos a ideia de... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
59:49
Já nos vamos, professor. Que estes muito bem. Cuidem muito, um forte abraço e que tenham muito bom descanso. Até mais, amigos.
60:03
Esta foi uma transmissão mais de Urus Radio.
60:08
Os esperamos o próximo lunes às 10 da noite. Até então.
60:22
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